Blog HZen

Esse espaço é destinado para troca de idéias com todos que buscam por uma vida equilibrada. Aproveite, pergunte, comente, divulgue, compartilhe e principalmente pratique. 

Equipe

ANTONIETA GAIO
BERNARDO LOPES
CALINE RUTILIANO
CRISTIANE CUNHA
EDUARDO GALATOLI
GUANDICHABA
GUILHERME GUARANÁ
JENIFER SANTOS
JOICE NASCIMENTO
JORDANA ZAIDAN
JÔ GUANDICHABA
JULIANA MASCHIETTO
LEONARDO BARBOSA
LEANDRO SARTORI
LUIS MILITÃO
LEO RAMOS
MARCELLA PAZ
NATÁLIA ELIAN
ROSANGELA MATTOS
VANESSA CÂMARA
ZELMIR DOS SANTOS

Login



Clube de descontos

Aprenda como ganhar descontos com nossos parceiros.

Veja quem já está conosco.

O poder do toque

Escrito por BlogZen

O que um simples toque, tapinha nas costas ou afago tem a ver com a saúde física e mental? Tudo, de acordo com um artigo publicado na revista Planeta. Estudos recentes demonstram que o toque é muito mais importante do que se imagina. Ele é fundamental, por exemplo, na comunicação humana, no estreitamento de relações e na saúde. “(O toque) é a primeira linguagem que aprendemos e nosso mais rico meio de expressão emocional através da vida”, diz o norte-americano Dacher Keltner, professor de psicologia da Universidade da Califórnia, Berkeley, um dos mais renomados pesquisadores da área.

O antigo menosprezo em relação ao toque provavelmente tem raízes no modo como cada cultura o vê. Os primatas passam entre 10% e 20% de seu tempo de vigília afagando a pele ou os pelos de outros membros de sua comunidade, porque o exercício é um meio importante para construírem relacionamentos de cooperação. Entre os parentes humanos, porém, esses índices são bem mais variáveis. Estadunidenses e ingleses, por exemplo, quase não se tocam, enquanto povos de origem latina, como brasileiros e italianos, tocam-se muito.

Não tocar o outro ou tocá-lo pouco não impede, é claro, que sociedades atinjam um estágio adiantado de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, a ciência moderna mostra que o toque é muito benéfico – algo observável já no início da vida. Segundo um estudo da médica norte-americana Tiffany Field, diretora do Instituto de Pesquisas do Toque da Universidade de Miami, bebês prematuros que receberam três sessões diárias de 15 minutos de massagem terapêutica (o processo pelo qual vários tipos de toques e carícias são aplicados no corpo para melhorar a saúde e aumentar o bem estar), por um período de cinco a dez dias, ganharam 47% de peso a mais do que aqueles cujo tratamento seguiu o roteiro tradicional.

Porém, esses hábitos podem influenciar no desenvolvimento físico de um ser humano, por exemplo. Segundo Keltner, é bem possível que esteja aí a explicação de por que os bebês humanos deixados em orfanatos e privados de contato físico não atingem as medidas esperadas de altura e peso e apresentam problemas comportamentais ao longo da vida. “Contato físico insuficiente durante o crescimento pode estar relacionado ao risco de depressão em idade adulta”, reforça o neurocientista inglês Francis McGlone.

O poder calmante

O poder calmante do toque foi documentado num estudo com mulheres conduzido pelos neurocientistas norteamericanos James Coan, Richard Davidson e Hillary Schaefer, da Universidade da Virgínia. As participantes foram colocadas num aparelho de ressonância magnética funcional e, avisadas de que ouviriam uma explosão seguida de “ruído branco” (tipo de barulho produzido pela combinação simultânea de sons de todas as frequências), apresentaram uma atividade intensa nas áreas do cérebro relacionadas a ameaça e estresse. Nada disso aconteceu, entretanto, com as participantes cuja mão era segurada por seu parceiro. O toque parece ter desativado a reação de medo nessas voluntárias.

As massagens feitas entre os membros de um casal podem render ainda mais dividendos, segundo estudos de Tif fany Field. Além da redução da dor, as vantagens incluem o alívio da depressão e o fortalecimento dos laços afetivos.

O toque e a comunicação

Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, Berkeley, conduzida pelo nor te-americano Matt Her tenstein (hoje professor de psicologia na DePauw University) e com a participação de Keltner, investigou se os humanos podiam comunicar claramente emoções, como a compaixão, por meio do toque. Os pesquisadores montaram no laboratório uma divisória que separava dois voluntários, um desconhecido do outro. Enquanto um deles punha seu braço num espaço específico aberto na divisória, e aguardava, a pessoa do outro lado recebia uma lista de emoções, que devia transmitir uma a uma por meio de um toque de um segundo no antebraço do parceiro.

Segundo Keltner, dado o número de emoções em exame, as probabilidades de adivinhar a alternativa certa pelo acaso eram de cerca de 8%. “Mas, notavelmente, os participantes adivinharam a compaixão corretamente, cerca de 60% do tempo”, disse. Gratidão, raiva, amor e medo também tiveram índices de acerto acima dos 50%. Percebeu-se ainda que as pessoas não apenas identificam a gratidão, a compaixão e o amor transmitidos pelo toque como podem também diferenciar os tipos de toque usados com essa finalidade.

Para saber mais sobre até onde vai a influência do toque no mundo que nos cerca, acesse http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/466/artigo225902-3.htm e confira o artigo na íntegra.

Fonte: Revista Planeta

Joomla Templates and Joomla Extensions by JoomlaVision.Com

Aceitamos todos os cartões  
Rua da Passagem, 82 / Sobrado - Botafogo
Rio de Janeiro RJ - +(55 21) 2275.3926 • 8205.6633
x